Pesquisar este blog
sábado, 25 de dezembro de 2010
2º dia
2°dia 18/12/2010 – Acordamos 6:30 tentamos aquecer a água que seria utilizada para fazer café com o rabo quente , não obtivemos nenhum resultado , ele não funcionou , daqui em diante teremos que nos virar com o liquinho. No posto em onde dormimos também completamos o tanque e vimos algo que nos chamou a atenção , mas guardaremos para nós. Ao chegarmos na cidade de São Borja-RS vimos um disco voador pelo retrovisor, ele estava caindo. Paramos o carro para verificar e tirar fotografias , mas tivemos uma decepção ao vermos que na realidade era o pé da nossa mesa que também era redondo e resolveu dar uma voada pela estrada. Atravessando o rio Ibigui numa grande ponte de mão única, chegando no finalzinho da travessia como num passe de mágica surgiu em nossa frente uma linda e grande lombada, e os freios não deram conta do recado , o fusca rampou e mais uma vez ejetou o bagageiro torramos num sol de 40C° por +- 30 minutos quando finalmente arrumamos o bagageiro, o carro não ligava, o problema era a bobina do sistema de ignição que estava muito quente , colocamos então um pana úmido para tirar a sua febre , e olha só , não é que funcionou!
Chegando na cidade de Uruguaiana-RS, procuramos uma auto peças para comprar uma bobina e um farol novo , pois o original foi quebrado com uma pedrada jogada por um caminhão invejoso que não gostou de ver um fusca com placa de Curitiba próximo á fronteira. Paramos no Pipo Peças e assessórios e colocamos o farol novo, depois paramos numa Panificadora para comprar uns pães e um refrigerante em seguida paramos num posto para comermos o choco tone que tínhamos levado , encontramos um cachorro meio engraçado, pois ele tinha olhos azuis e sorria.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
1º dia
Diário de Bordo Fusca na Patagônia
Você já parou para pensar em como a nossa vida é curta?? Nós paramos e pensamos chegando á uma conclusão: o mundo é tão grande e tão bonito que não é assistindo o Discovery Channel que iremos conhece-lo de verdade. E foi pensando assim que nós (Robson Luis Campagnaro e Charles Silva Rodrigues), resolvemos conhecer a Patagônia , região do sul da Argentina , e como o nosso dinheiro também é curto não fomos de avião e nem de Land Rover , fomos em um Fusca ano 1974 .Contaremos aqui um pouco do nosso dia-a-dia na estrada. Saímos da residência própria ás 06:00 do dia 17/12/2010 com destino á Patagônia com pouco dinheiro e muita vontade de conhecê-la.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Entrevista na Radio Paraná Educativa
Matéria do jornal O Estado do Paraná
O leitor já teve algum dia a vontade de dar uma de "easy rider" e sair viajando por aí, sem lenço e sem documento? Bem provável que sim, porém poucos realmente mostram coragem ou mesmo disposição para encarar longos percursos com pouco ou quase nenhum conforto. Contudo, quem já fez algo do gênero jura de pés juntos que não existe melhor maneira de se viajar.
Quem compartilha desse "meio de vida" é o jovem Robson Luis Campagnaro, de 21 anos. Ele e seu amigo, Charles Rodrigues da Silva, vão encarar 12 mil quilômetros a bordo de um Fusca 1974. O destino? A cidade de Ushuaia, na Argentina, capital da Província da Terra do Fogo e conhecida também como a "cidade do fim do mundo". Campagnaro conta como surgiu a ideia para encarar essa grande aventura. "Ano passado fiz uma viagem de moto até a Praia do Forte, na Bahia. No caminho, resolvi que, para o ano seguinte, escolheria um destino mais longo. Encontrei o Charles, que compartilha o mesmo gosto e decidimos fazer essa loucura", conta.Para o desafio, a escolha do Fusca deve-se por um motivo: Campagnaro quer provar que o automóvel consegue fazer uma viagem longa, pois, em sua opinião, trata-se de um veículo valente e resistente. "Esse Fusca está na minha família desde 1984. Tenho todo um carinho por ele. Quero mostrar que não há motivos para preconceito contra o veículo. Muito carro novo não tem a mesma força. Confio plenamente nele", garante.
O roteiro da viagem está sendo programado. Porém, por não saberem o que vão encontrar no caminho, Campagnaro não demonstra estar preocupado. "Estamos motivados por não termos noção do que teremos pela frente. Exceto pelo trecho entre Curitiba a Uruguaiana (RS), que já conhecemos, não há nada planejado para o restante. Se os lugares tiverem paisagens que valham a pena contemplar, ficaremos um pouco mais nestes locais. Vamos sem preocupação em seguir um roteiro", admite.
A viagem está sendo bancada pela dupla. Campagnaro pede que se alguma empresa estiver interessada em apoiar, pode procurá-lo pelo telefone (41) 9623-9461. Os dois amigos saem de Curitiba às 6h do dia 17 de dezembro, da casa de Robson, no bairro Portão.
Assinar:
Postagens (Atom)